Yeah Yeah Yeah!

Dorothy who?

Costumo exceder-me em drama, transformando-me em uma tremenda hipérbole ambulante, bem como sou consumidora compulsiva de amores platônicos. Afinal, acredito que tudo o que precisamos é de um pouco de ausência para aflorar-nos os sentimentos mais belos e profundos, que terão como resultado os frutos de qualquer demonstração artística. Transformamos, assim, a carência que embeleza o inexistente em inspiração.

Como futura gastrônoma, sou extremamente apaixonada por qualquer sensação proporcionada por um dos maiores prazeres da vida, o ato de comer, saborear, degustar, sentir e, dessa forma, extrair-lhe toda a sua essência.

E, como futura publicitária, interesso-me pelas grandes áreas da Comunicação, cultura e todas as novas formas de interação social, uma vez que estas são ferramentas cada vez mais aprimoradas para alimentar-nos as paixões. Tenho orgulho de ser uma comunicadora e preparar-me não para uma coisa em específico, mas para o mundo em sua totalidade brilhantemente complexa.

Esse é o pouco de mim a que me proponho expôr. O restante fica por sua conta.

Não sei se, como diz o provérbio, as coisas repetidas agradam, mas creio que, pelo menos, elas significam. E o que procurei com tudo isto foi captar significações. Tratar-se-á, todavia, das minhas significações?” (BARTHES, 1957, p. 8).

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